Quarta-feira, 31 de Março de 2010

URGÊNCIA

No dicionário, o significado da palavra urgência é o seguinte:

 

Português. Categoria:Substantivo (Português) Substantivo : ur. gên .ci. a feminino. necessidade de fazer alguma coisa imediatamente ...

"Necessidade de fazer alguma coisa imediatamente"

 

Mais um serviço nocturno de um centro de saúde foi encerrado. Desta vez o de Valença, no Minho.

Os habitantes de Valença têm agora de se deslocar a Monção para serem atendidos de urgência ou seja imediatamente como está escrito no dicionário. Imediatamente?! Monção está distante, dezoito quilómetros de Valença, as ambulâncias do INEM ou dos bombeiros locais, numa condução segura de transporte de doentes de URGÊNCIA, demoram cerca de quinze a vinte minutos a percorrer aquela distancia, como é possível atender alguém URGENTEMENTE, nesta situação?

Por outro lado Tui em Espanha tem um serviço de Urgência a funcionar vinte e quatro horas e dista apenas cinco minutos de ambulância de Valença, eu conheço e acreditem, É JÁ ALI! Se a isto acrescentarmoss que em Monção o utente paga uma taxa moderadora de cerca de oito euros e em Tui não desembolsa um cêntimo que seja, eu se fosse um habitante dessa bonita região Minhota, seria o primeiro a usar e incentivar os meus concidadãos a usar a unidade de Tui, no caso de persistirem no erro de manter o serviço de urgência nocturno de Valença encerrado. 

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publicado por Jorge Santos às 15:18
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

CIDADANIA 2

Mais uma vez, venho alertar para uma situação totalmente lamentável e discriminatória, que só demonstra que uma cidadania digna exercida por todos, pode estar redigida em finíssimo papel de bela textura e caligrafia impecável, mas a realidade, o exercício livre e digno dessa mesma cidadania por alguns dos nossos cidadãos, que, não podendo se deslocar sem o auxilio de cadeiras de rodas, bengalas, ou muletas, o não são menos por esse facto.

Quero com isto falar, da estação de caminhos de ferro da CP General Torres localizada por baixo da AV. da República em Gaia e que constitui, ou deveria constituir o principal "interface" na articulação com a estação do metropolitano de superfície com o mesmo nome. É que por aquela linha de comboio, linha do norte, viajam milhares de cidadãos por dia entre Aveiro e Gaia, que depois utilizam a linha amarela do metropolitano de superfície, entre a estação D. João II e o hospital de S. João, que além do hospital que é, tem ao seu redor imensos edifícios pertencentes às várias faculdades assim como fica paredes meias com o IPO. mas usar a estação de General Torres por cidadãos com mobilidade reduzida ou mesmo por cidadãos com uma idade já avançada, torna-se complicado, senão mesmo impossível, como as fotos que vou mostrar a seguir demonstram.

Apreciem:

 

Aqui, podemos ver a estação de metro.

 

 

 

Aqui, podemos ver, a entrada para a estação da CP de General Torres e o começo das escadas.

 

 

As escadas continuam, intermináveis.

 

 

Chegando ao fundo das escadas, pasme-se, mais escadas para subir até à plataforma.

 

 

Ou em alternativa, uma rampa de acesso à referida plataforma, tão extensa e desnivelada, que só cidadãos com a preparação física dos nossos compatriotas que estiveram nos jogos para-olímpicos de Pequim, conseguiriam superar.

 

 

Tudo isto para chegar aqui, entrar e sair de um comboio suburbano.

De Salientar que esta estação não dispõe de elevadores.

   

música: Limelight Suite-Charlie Chaplin
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publicado por Jorge Santos às 02:33
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Domingo, 7 de Setembro de 2008

SR. PRESIDENTE DO METRO DO PORTO

Sou um utilizador diário dos transportes públicos em Gaia e no Porto, e desde o momento em que o metro do Porto ganhou mais uma estação em gaia, a estação D. João II, tornei-me também um viajante assíduo neste novo meio de transporte. Realmente, passei a ficar mais perto de casa e dos centros de Porto e Gaia em muito menos tempo. Acontece porem que, ao contrário da estação que precede, a do "El Corte Inglés" que tem uma vasta cobertura para os utentes, dispondo inclusive de escadas rolantes que permitem um acesso directo à grande superfície, esta, que me deixa mais perto de casa, inaugurada em Junho permanece, grande, sem duvida, no meio da avenida da Republica, como aliás todas as outras, mas, sem cobertura alguma.

 

Enquanto decorre este Verão fresquinho com noites fresquinhas e raros dias que dêem vontade de dar um salto à praia, os utentes desta estação do metro de superfície, lá vão aguentando as esperas mesmo sem cobertura pois há horários a cumprir, mas sempre com um olho de viés para o céu não vá a chuva aparecer sem avisar, como sempre aparece e nunca avisa. E quando o verão terminar e  o Outono e depois o Inverno chegarem, com todas as suas variantes de chuvas? desde a morrinha, a chuva molha-tolos,  até aquela quem vem acompanhada de rajadas de vento, que em vez de vir de cima , vem exactamente por baixo e pelos lados,  até àquelas que chovem a "cântaros" que em vez de gotas, parece mais um balde despejado durante horas seguidas?

De todas as estações à superfície do metro do Porto que conheço, desde o Sr. de Matosinhos ao Estádio do Dragão ou até Pedras Rubras, esta , a de D. João II, é a única que se apresenta como as fotos que tirei com o telemóvel demonstram, sem cobertura.

 

Sr. Presidente do metro do Porto, faça lá o favor de mandar colocar a cobertura da estação que a malta agradece. 

música: J. B. Thomas-Rain Drops Keep Falling On My Head
publicado por Jorge Santos às 23:25
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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

CIDADANIA

Todos os cidadãos têm o direito de usufruir livremente e sem constrangimentos da sua própria cidadania. Uma verdade indiscutível e inalienável de todos nós, mas há cidadãos que infelizmente não conseguem usufruir de todos os seus direitos, de uma forma digna, da sua cidadania plena apenas porque têm uma mobilidade reduzida, exercida com o auxilio de uma cadeira de rodas.

 

Dei-me ao trabalho de em breve meia-hora fotografar alguns lugares, públicos e privados onde o exercício de uma cidadania digna por parte desses cidadãos se torna impossível .

 

 

Galerias e espaços comerciais

 

 

Serviços públicos da administração local e central.

 

 

A excepção a confirmar a regra.

 

 

O acesso à sede do concelho com a sua escadaria.

 

 

O simples acesso a uma instituição bancária e o acesso à habitação.

 

Por último uma situação que tem tanto de caricata como lamentável:

 

 

Uma passadeira que além da falta de rampas termina na protecção do viaduto da auto estrada Porto - Lisboa, na avenida mais movimentada da cidade.

 

Obs:Todas as fotografias tiradas, são da minha autoria e responsabilidade

 

música: Francis Lai - Michel Legrand - Les Uns et les Autres
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publicado por Jorge Santos às 18:57
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